Sem direitos sobre o aborto de seu filho, Ryan agora irá correr atrás do prejuizo


Ryan Magers, de 19 anos de idade, estava em um relacionamento sério com uma jovem garota de 16 anos de idade, e mesma estava grávida e decidiu abortar, mesmo com a oposição de Ryan.

O caso está conquistando as redes sociais, e Ryan agora possui o apoio dos grupos pós-vida, e diante da justiça ele foi em nome de sua filha não nascida e atualmente o mesmo está processando a clínica por ter disponibilizado a pílula que abortou a criança. 

A estratégia da jovem é apegar-se a uma lei criada ano passado que garante “proteção dos direitos do feto”. Ryan chamou o bebê de "Bebê Rose".

Texto feito pela defesa da jovem não identificada, garante que a lei do Estado “reconhece e apoia a santidade da vida não-nascida e os direitos da criança não-nascida”.

Se Ryan obtiver êxito no caso, poderá abrir um procedente importante para outros que, como ele, não tiveram poder decisório em relação ao aborto do filho.

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