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O estado de Santa Catarina está prestes a presenciar a maior injustiça ou o maior estelionato governamental do século?

𝐴𝑒𝑟𝑜𝑝𝑜𝑟𝑡𝑜 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎𝑐𝑖𝑜𝑛𝑎𝑙 𝑑𝑒 𝐹𝑙𝑜𝑟𝑖𝑎𝑛𝑜𝑝𝑜𝑙𝑖𝑠 04/07, 𝑣𝑖𝑠𝑖𝑡𝑎 𝑑𝑜 𝑃𝑟𝑒𝑠𝑖𝑑𝑒𝑛𝑡𝑒 𝐵𝑜𝑙𝑠𝑜𝑛𝑎𝑟𝑜 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑎𝑣𝑎𝑙𝑖𝑎𝑟 𝑑𝑎𝑛𝑜𝑠 𝑑𝑜 𝑐𝑖𝑐𝑙𝑜𝑛𝑒 𝑞𝑢𝑒 𝑎𝑡𝑖𝑛𝑔𝑖𝑢 𝑜 𝑒𝑠𝑡𝑎𝑑𝑜.
Uma grande injustiça em relação a vice-governadora de Santa Catarina, com a sua inclusão no pedido de impeachment do atual governador Carlos Moisés. 
Juristas, políticos e lideranças consideram este o maior erro da história do estado, motivos: A mesma não cometeu crime tipificado no ordenamento jurídico. Mas afinal, o que ela teria feito? Daniela Reinehr esteve interinamente no cargo, de forma provisória, por 10 dias, sendo cinco deles, dias úteis. Não teria assinado nenhum tipo de documento ou ato administrativo relacionado ao aumento dos procuradores da PGE que deu origem ao pedido de impeachment de Moisés. Segundo estes, não existe crime de responsabilidade de vice-governador. A lei do Impeachment não define, nem tipifica o crime de responsabilidade para vice-governadores. E, justificam, não foi Reinehr quem concedeu o referido aumento. E, sem argumento jurídico algum, a vice-governadora ainda é acusada de omissão dolosa no exercício provisório do cargo.
Qual então, a razão de Daniela Reinehr ser incluída no processo? Derrubar a chapa governador e vice? Implantar no Estado de Santa Catarina, um parlamentarismo branco. Para que o presidente da Assembléia Legislativa assuma, e procrastine o processo até 2021, quando convocaria uma eleição indireta. E é isso que muitos deputados estão articulando.
Mas é justamente por este motivo, na verdade em defesa da legalidade, da Constituição da República, estes preceitos constitucionais que estão sendo violados, não em relação a vice-governadora, mas em relação a cidadã Daniela Reinehr. "O julgamento dela é absurdo, estão violando a constituição", diz uma fonte.
"Estão passando por cima das normas com o objetivo espúrio de derrubar no tapetão a vice-governadora que, naturalmente deveria assumir o cargo na hipótese de impedimento do governador", continua a mesma fonte.
Daniela Reinehr foi e ainda é uma das principais lideranças no estado realmente fechadas com o Presidente Bolsonaro é grande apoiadora da criação do partido Aliança pelo Brasil. Sua liderança desponta no estado, tornando -a uma ameaça a muitos que surfaram na onda Bolsonaro em 2018 e que já estão de olho em 2022.
O cidadão catarinense deve reagir, se posicionar, fazer pressão popular nos representantes na Assembleia Legislativa que votem “Não” ao impeachment da vice-governadora Daniela Reinehr
Agora, nos próximos dias, uma Comissão Mista de 10 representantes, vai decidir se afasta ou não a vice-governadora.
Por isso, grande parte dos catarinenses está se mobilizando é cobrando muito os deputados para acataram sua reivindicação. 
Perguntam os populares: O que está por trás disso. "Interesses escusos de um deputado estadual, que é acusado de lavagem de dinheiro por fraude em licitação", responde nossa fonte no estado.
"Não podemos, e não devemos, nos omitir! Os brasileiros devem reagir contra tudo isso, a demonstração e preocupação com a democracia devem prevalecer", continua.
"A prova que as raízes do comunismo no Brasil são ainda fortes, é  essa tentativa de Golpe totalmente anti democrático que estão tentando fazer hoje pelos poderes políticos de Santa Catarina para com a Daniela", afirma um empresário de grande expressão no estado, ligado ao Presidente Bolsonaro.
"...esse tipo impeachment compromete a democracia e da margem pro comunismo avançar no Brasil". Tal qual ocorre em Cuba, Venezuela e Argentina, etc.", conclui.
Que a Justiça seja feita.
Várias outras lideranças do estado consultadas afirmam que a Vice-Governadora deveria Assumir como Governadora, como regem as leis e o bom senso.

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